segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


Dilma veta parte da Lei dos Royalties e reserva dinheiro para educação

wr veta dilma
A presidente Dilma Rousseff decidiu vetar o artigo 3º do projeto de lei aprovado no Congresso que diminuía a parcela de royalties e da participação especial dos contratos em vigor destinada a estados e municípios produtores de petróleo. O veto, anunciado nesta sexta (30), era uma reivindicação de estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo, dois dos principais produtores.
Dilma também decidiu editar uma medida provisória na qual destina para a educação 100% dos royalties de estados e municípios provenientes dos contratos futuros de concessão de áreas para exploração de petróleo.
Royalties são tributos pagos ao governo federal pelas empresas que exploram petróleo, como forma de compensação por possíveis danos ambientais causados pela extração. Participação especial é a reparação pela exploração de grandes campos de extração, como da camada pré-sal descoberta na costa brasileira recentemente.
O anúncio do veto foi feito em entrevista coletiva no Palácio do Planalto pelos ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Aloizio Mercadante (Educação), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Edison Lobão (Minas e Energia) na tarde desta sexta (30), último dia do prazo que a presidente dispunha para assinar a sanção do projeto aprovado pela Câmara.
Segundo a ministra Gleisi Hoffmann, além do veto integral ao artigo 3º da lei aprovada no Congresso, foram vetados “quatro ou cinco” trechos do texto para adaptações e ajuste de educação. A decisão presidencial sobre os royalties do petróleo será publicada na íntegra na edição de segunda-feira do “Diário Oficial da União”.
Com o veto presidencial, fica mantida a atual distribuição dos recursos a estados e municípios produtores dos campos atualmente em exploração.
“O veto colocado ao artigo 3º na lei criada pelo Congresso resguarda exatamente os contratos estabelecidos e também tem o objetivo de fazer a correção das distribuições dos percentuais de royalties ao longo do tempo [...]. A presidenta procurou conservar em sua grande maioria as deliberações do Congresso Nacional, garantindo contudo a distribuição de recursos para a educação brasileira”, declarou Gleisi Hoffmann.
Segundo o ministro Edison Lobão, “o que se está fazendo é o aperfeiçoamento da lei, mantendo por outro lado aquilo que o Congresso Nacional deliberou para o regime de partilhas daqui para a frente”.
De acordo com a ministra Ideli Salvatti, os vetos têm embasamento constitucional. “Aquilo que não feriu a Constituição foi preservado, respeitando aquilo que o Congresso Nacional aprovou”, declarou.
O ministro Aloizio Mercadante disse que, com a decisão, a presidente Dilma Rousseff não mexe nos contratos passados para não gerar uma “tensão federativa”.
Futuros campos
No caso dos futuros campos de extração de petróleo, fica mantida a distribuição de royalties definida no projeto aprovado pelo Congresso, pela qual a parcela dos estados produtores de petróleo diminui e a dos não produtores aumenta.
Com isso, a parte dos estados e municípios não produtores, que atualmente é de 1,75% e 7%, respectivamente, passa, em 2013, para 21% (nos dois casos). Em 2020, a parcela aumentaria para 27% do total arrecadado pela União.
Os estados produtores, que hoje recebem 26% do dinheiro, terão a fatia reduzida para 20% em 2013. Os municípios produtores passam dos atuais 26,25% para 15%, em 2013, chegando a 4%, em 2020.
A participação especial dos futuros campos de exploração, atualmente dividida entre União (50%), estado produtor (40%) e município produtor (10%), passaria a incluir estados e municípios onde não existe extração. Em 2013, tanto estados como municípios recebem 10%. Em 2020, 15%. A nova lei reduz a parcela atual de 40% destinada a estados produtores para 32%, em 2013, e para 20%, em 2020.
Medida provisória
O secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antonio Almeida, afirmou que a MP só valerá para novas concessões. “A medida provisória vai produzir efeito para novas concessões. A primeira rodada de licitações ocorrerá em maio e, até lá, a medida estará aprovada”, disse.
A aplicação de 100% em educação se refere à arrecadação com os novos contratos. O valor, segundo o ministro Aloizio Mercadante, é um acréscimo ao mínimo constitucional exigido atualmente.
“O município tem que aplicar 25%, os estados 25% e a União 18% [das receitas]. Então, a receita do petróleo é acima dos 25% dos municípios, acima dos 25% dos estados e acima dos 18% da União. Ou seja, é um acréscimo da receita efetiva. O que vier de receitas do petróleo é para acrescer ao mínimo constitucional”, disse Mercadante.
Também irão para a educação 50% dos rendimentos do Fundo Social, que é uma poupança pública com base em receitas da União. Esse fundo foi criado em 2010 e visa a aplicação em programas e projetos de combate à pobreza, educação, cultura, esporte, saúde, entre outros.
Mercadante afirmou que a nova lei será um “legado futuro para as próximas gerações”. O governo , disse, não quer “repetir os erros das grandes nações exportadoras de petróleo”.
Segundo ele, a receita do petróleo “vai preparar o Brasil para o Brasil pós-petróleo, porque os royalties são uma riqueza que tem que ser investida para preparar o Brasil para quando o Brasil não tiver essa riqueza, que não é renovável”, disse.
Correções
O ministro Mercadante esclareceu que a MP também corrige questões relativas ao texto aprovado no Congresso. Uma delas é a distribuição para contratos futuros de municípios afetados, por onde passam as embarcações de exploração.
Segundo o ministro, no projeto aprovado no Congresso, a distribuição relativa à arrecadação de royalties somava 101% a partir de 2017. Por conta disso, a MP trará novamente a divisão dos contratos futuros.
Fonte: CaxiasNet

sábado, 19 de maio de 2012


Alerj aprova criação de Universidade Federal na Baixada

Jornal do Brasil
Foi aprovada na Alerj a indicação legislativa do deputado  (PMDB) para a criação de uma Universidade Estadual da Baixada Fluminense.

quarta-feira, 16 de maio de 2012



Rio -  Ótima notícia para o Rio veio de Brasília. Em audiência pública na Comissão de Transportes da Câmara dos Deputados, foi alinhavado acordo para a realização do maior pacote de obras viárias que este estado já viu. Serão R$ 5 bilhões em investimentos no modelo de Parceira Público-Privada, as famosas PPPs.
Emperradas pela escassez de recursos de estados e municípios, tais obras poderão ser tocadas pelas próprias concessionárias que administram as rodovias, mediante o alongamento do contrato de concessão. Tal ideia teve a anuência do ministro dos Transportes, Paulo Sergio Passos, do vice-governador Luiz Fernando Pezão e dos presidentes das concessionárias rodoviárias.
A realização de tais obras tem um impacto importantíssimo em algumas cidades do Rio, como é o caso de Duque de Caxias. Com a duplicação da Serra das Araras, em Petrópolis, incluída no pacote, o famigerado pedágio que divide o município e dificulta o acesso ao Distrito Industrial de Xerém será transferido para a descida da serra, onde será aberto um túnel.
Essa medida, junto ao Arco Metropolitano, cujas obras já estão a pleno vapor, mudará o eixo de desenvolvimento da Baixada. As indústrias, seus empregos e impostos passarão pelo 4º Distrito de Caxias, beneficiando não só a tal área como a cidade e a região em geral. Mais indústrias em Caxias significam mais desenvolvimento para a Baixada e para o Estado do Rio como um todo.
Além da obra em Caxias, também ficaram previstas melhorias na BR-101, no trecho entre o Rio e o Espírito Santo, uma estrada com altíssimos índices de acidentes e com o cronograma de intervenções absolutamente atrasado, e a construção de um viaduto na mesma rodovia na altura de Rio das Ostras. Na saída da Ponte Rio-Niterói haverá uma alça para a Linha Vermelha.
O Rio precisa de infraestrutura condizente com sua importância e com a grandiosidade dos eventos e empreendimentos que está e estará sediando. Só assim poderemos ficar com o tão almejado legado desses novos acontecimentos.
Washington Reis é deputado federal pelo PMDB e presidente da Comissão de Transportes da Câmara

domingo, 6 de maio de 2012


5/05/2012 08h39 - Atualizado em 05/05/2012 09h37

Marido tira fotos enquanto mulher era 




atacada por guepardos em parque



Britânica Violet D’Mello foi atacada na África do Sul.
Marido disse que não percebeu o que estava acontecendo.

A turista britânica Violet D’Mello foi atacada no dia 28 de abril por dois guepardos considerados "mansos" em um parque safári em Port Elizabeth, na África do Sul, segundo os jornais ingleses "The Sun" e "Daily Mail".
Violet D’Mello foi atacada por dois guepardos em parque na África do Sul. (Foto: Archibald D'Mello/AP)Violet D’Mello foi atacada por dois guepardos em parque na África do Sul. (Foto: Archibald D'Mello/AP)
Os guepardos derrubaram a mulher no chão e morderam suas pernas e cabeça. Ela tinha viajado com o marido para comemorar seu 60º aniversário.
"Eu nunca imaginei que iriam me atacar porque sou adulta", disse Violet, sobre o ataque que durou cerca de três minutos.
Em vez de ajudar a mulher, o marido Archibald ficou tirando fotos do ataque. Ele disse que não percebeu o que estava acontecendo.
Marido disse que não percebeu o que estava acontecendo. (Foto: Archibald D'Mello/AP)Marido disse que não percebeu o que estava acontecendo. (Foto: Archibald D'Mello/AP
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fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/05/marido-tira-fotos-enquanto-mulher-era-atacada-por-guepardos-em-parque.html

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Candidatos só podem utilizar Twitter em campanha eleitoral a partir de 6 de julho


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É ilícita e passível de multa a propaganda eleitoral feita por candidato e partido político pelo Twitter antes do dia 6 de julho do ano do pleito, data a partir da qual a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) permite a propaganda eleitoral.

Foi esse o entendimento tomado pela maioria (4 a 3) do Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta quinta-feira (15), ao manter a multa de R$ 5 mil aplicada ao ex-candidato à Vice-Presidência da República em 2010 pelo PSDB, Índio da Costa, por veicular no Twitter mensagem eleitoral antes do período permitido pela legislação.
O TSE entendeu que o Twitter é um meio de comunicação social abrangido pelos artigos 36 e 57-B da Lei das Eleições, que tratam das proibições relativas à propaganda eleitoral antes do período eleitoral. Ao finalizar a votação, o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, destacou que “os cidadãos, que não estiveram envolvidos no pleito eleitoral, podem se comunicar à vontade. O que não pode é o candidato divulgar a propaganda eleitoral antes”, afirmou o ministro Lewandowski, garantindo a liberdade de expressão.
O entendimento alcançado pela Corte por quatro votos a três, negando o recurso apresentado por Índio da Costa, manteve a multa de R$ 5 mil aplicada pelo ministro Henrique Neves, que julgou representação proposta pelo Ministério Público Eleitoral sobre o caso. O ministro entendeu que, ao utilizar o microblog para pedir votos ao candidato titular de sua chapa, José Serra, antes de 6 de julho, Índio da Costa fez propaganda eleitoral antecipada. Ele publicou a mensagem em favor de José Serra no dia 4 de julho de 2010.
Em seu voto-vista lido nesta noite em plenário, o ministro Gilson Dipp se associou à divergência aberta pela ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha e seguida pelo ministro Dias Toffoli e votou pelo provimento do recurso do ex-vice de Serra. Segundo o ministro Gilson Dipp, o Twitter, embora mecanismo de comunicação social, não pode ser definido como meio de comunicação geral, com destinários indefinidos, não se enquadrando, portanto, nos conceitos dos dois artigos da Lei das Eleições, mesmo com as alterações nela introduzidas pela Lei nº 12.034/2009.
“No Twitter não há a divulgação de mensagem para o público em geral, para destinários imprecisos, indefinidos, como ocorre no rádio e na televisão, mas para destinatários certos, definidos. Não há no Twitter a participação involuntária ou desconhecida dos seguidores. Não há passividade das pessoas nem generalização, pois a mensagem é transmitida para quem realmente deseja participar de um diálogo e se cadastrou para isso”, afirmou Gilson Dipp em seu voto.
Os ministros Aldir Passarinho Júnior, que já não integra a Corte, Marcelo Ribeiro, Arnaldo Versiani e o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, se posicionaram pela manutenção da multa e pela proibição da propaganda eleitoral de candidatos e partidos pelo Twitter antes do período admitido pela legislação. Já a ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, o ministro Dias Toffoli e Gilson Dipp votaram contra a aplicação da sanção.

Viatura é atingida a tiros e policial
morre em Duque de Caxias (RJ)

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O crime aconteceu quando o cabo Alexandre de Souza Botelho, de 39 anos, fazia um patrulhamento de rotina. Depois do assassinato, um homem foi detido com drogas, mas os investigadores descartaram a participação dele no episódio.