domingo, 2 de fevereiro de 2014

Edward Mordake e sua "face gêmea maligna".

Edward Mordake e sua "face gêmea maligna".

Edward Mordake foi o suposto herdeiro de um pariato da Inglaterra do século XIX que possuía um rosto adicional na nuca, incapaz de comer ou falar, mas capaz de rir e chorar. Seu caso inusitado ocorreu no início da história médica e é referenciado apenas em relatos de médicos.

Na verdade, a história de sua vida tornou-se tão confusa com o passar dos anos que não há uma data sólida de seu nascimento ou morte, nem fontes concretas para os pesquisadores modernos. Edward teria implorado aos médicos que removessem sua "cabeça demoníaca" pois ela supostamente sussurrava a ele coisas horríveisdurante a noite, mas nenhum médico foi favorável a fazê-lo.

Essa face, por sua vez, ocupava uma parte menor do crânio e exibia certos sinais de inteligência, contudo, dizia-se que ela apresentava intenções bastante malignas. O próprio Mordrake relatava que havia situações em que ele estava triste e sua face de trás ficava rindo como se estivesse zombando de seus sentimentos. Foi dito também que seus olhos acompanhavam o movimento das pessoas ao redor e seus lábios constantemente faziam barulhos assustadores.
Embora nenhuma voz fosse compreensível, Edward jurou que muitas vezes ele era mantido acordado durante a noite por conta dos sussurros de ódio de sua face gêmea maligna (como passou a chamá-la) e dos murmúrios macabros.


Mordake acabou por cometer suicídio aos 23 anos depois que seus médicos desistiram de fazer a remoção cirúrgica de sua segunda face. Edward Mordrake era considerado um talentoso e brilhante músico. A história completa desse sujeito foi perdida no decorrer do tempo, pois seu caso ocorreu no início da história médica. O inglês sofria de uma anomalia conhecida como Craniopagus Parasiticus.¹

O caso é relatado no livro Anomalies and Curiosities of Medicine de George Milbry Gould um médico e lexicógrafo americano.

Fontes:
1. Anomalies and Curiosities of Medicine, págs. 188-189. George M. Gould, Walter L. Pyle. Kessinger Publishing. ISBN (2003)

domingo, 2 de fevereiro de 2014


Guerra na internet: PT, PSB e PSDB na rede para eleições 2014


Foto: Reprodução Redes Sociais 


Prevendo que a internet terá papel central na campanha deste ano, os três principais nomes da corrida presidencial já se mobilizam para a disputa dos votos dos usuários das redes sociais.

O embate entre petistas e o governador pernambucano e provável candidato ao Planalto, Eduardo Campos (PSB), na semana passada, quando um texto publicado na página oficial do PT no Facebook chamou o adversário de "tolo", "playboy" e "mimado", jogou luz sobre o potencial de estrago desse tipo de ferramenta.
A reação foi forte no PSB, que ameaça agora fazer oposição sistemática à presidente Dilma Rousseff no Congresso. O PSDB aproveitou a oportunidade para se solidarizar com Campos e criticar o adversário histórico. Houve polêmica mesmo dentro do PT. "Nunca houve tantos brasileiros na internet. Hoje, quase 50% da população brasileira é internauta.

A estimativa é que esse número chegará a 70% até o fim do ano", afirma Raquel Recuero, pesquisadora de mídias digitais da Universidade Católica de Pelotas (RS) - ela coordena atualmente um estudo sobre o impacto das redes sociais na campanha eleitoral deste ano.

Coisa falsa

Os petistas justificam o investimento na campanha virtual afirmando que já foram vítimas de campanhas difamatórias na internet, como em 2010, quando Dilma foi alvo de uma série de e-mails apócrifos que a acusavam, entre outras coisas, de ser "terrorista", pelo fato de ter participado da guerrilha durante o regime militar.

Agora, quatro anos depois, quando as chamadas "correntes" de internet deram lugar a posts no Facebook e micromensagens no Twitter, o partido volta sua atenção às redes com a contratação de uma agência especializada no tema, a Pepper Interativa, para mapear tudo que é falado sobre a presidente. A ideia é identificar no nascedouro rumores e boatos.

A Pepper possui ferramentas que permitem rastrear perfis falsos, temas recorrentes ligados aos candidatos adversários e golpes baixos. Além da agência, o partido conta com uma equipe de quatro pessoas que produz conteúdo para os canais oficiais: a página do partido na internet, a conta no Twitter e os perfis da presidente Dilma no Facebook.

O PT também espera ter durante a campanha as análises do sociólogo Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC, consultor e especialista em redes sociais. Pesquisas apresentadas por ele à direção do partido mostram que as redes sociais são o principal ambiente de discussão política na internet: 70% dos internautas brasileiros estão conectados no Facebook e 15% no Twitter.

"Tem muita coisa falsa feita de propósito para confundir as pessoas e parecer que foi o PT", diz Alberto Cantalice, vice-presidente e responsável pela ação do PT nas redes sociais - foi ele quem autorizou a publicação do texto com ataques a Campos na página do partido no Facebook.

Dilma, que havia abandonado as redes sociais após as eleições de 2010, voltou a usá-las em setembro de 2013. Desde então, faz comentários diversos no Twitter e anuncia medidas do governo.

 Uso da máquina

Se os petistas acusam os adversários de terem promovido uma "guerra suja" em 2010, os tucanos respondem acusando a presidente de usar a máquina para ampliar a capilaridade das redes sociais. "Eles têm uma rede de guerrilha na internet que nos ataca o tempo todo.

Foi montada pelo ex-ministro Franklin Martins e foi por ela que a presidente Dilma Rousseff fez chegar a todos os servidores públicos a sua mensagem de Natal", afirma o deputado Marcus Pestana, presidente do PSDB mineiro e um dos principais aliados do senador Aécio Neves, provável candidato ao Planalto.

O ex-ministro da Comunicação Institucional de Lula nega as acusações. "Isso não é verdade. É uma bobagem imaginar que o governo tem que estar por trás para que a sociedade faça qualquer coisa." Durante a campanha, a agência Pepper, dos petistas, será subordinada ao marqueteiro João Santana.

Embora seja muito citado por petistas como provável coordenador da estratégia de comunicação, Franklin Martins diz que ainda não recebeu nenhuma proposta oficial para trabalhar na campanha.

 Profissionalização

Depois de assumir a presidência nacional do PSDB no ano passado, Aécio profissionalizou a estrutura de comunicação do partido nas redes sociais. Para unificar e capilarizar o discurso da legenda e dar viabilidade ao seu projeto presidencial, ele passou a promover em Brasília encontros da sua equipe com os assessores de imprensa dos 27 diretórios estaduais tucanos, além dos profissionais responsáveis pela comunicação das bancadas do PSDB no Congresso.

 Para a campanha, o nome mais cotado para cuidar das redes sociais é um velho conhecido dos petistas mineiros: o programador Pedro Guadalupe. Em 2012, ele trabalhou na equipe de João Santana que fez a campanha de Patrus Ananias para a prefeitura de Belo Horizonte. No ano seguinte, mudou de lado. Estava contratado pelo PP, partido do vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, quando começou a se aproximar da equipe de Aécio.

 Para impressionar o provável candidato, produziu no Youtube um vídeo polêmico, onde fez um clipe com uma paródia da música "Faroeste Caboclo" com críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O material fez tanto sucesso nas redes sociais que o filho de Renato Russo, Giuliano Manfredini, ingressou com um pedido na Justiça para que o vídeo fosse retirado.

 "Eu quis mostrar serviço, literalmente", diz Guadalupe. Pouco tempo depois, passou, segundo ele, a prestar assessoria informal à equipe do senador. Uma vez fechado o contrato, Guadalupe terá de se mudar para São Paulo, onde o PSDB montará sua base de internet, a ser comandada por Xico Graziano, diretor do Instituto Fernando Henrique Cardoso e ex-chefe de gabinete do ex-presidente.

 Já pensando na campanha, Guadalupe conta que montou um "casting" com atores sósias de Lula e Dilma. "O uso desses atores vai depender muito da situação", diz.

 Resposta automática

 Campos não tem o hábito de navegar nas redes sociais. Mesmo assim, são raros os comentários em posts feitos em sua página no Facebook que ficam sem resposta. No sábado, por exemplo, ele foi acusado por uma internauta chamada Ana Maria de censurar seus comentários "por medo do PT".

 Menos de 20 minutos depois, veio a resposta: "Não temos medo de partido nenhum (...) Quem tem medo, Ana Maria, é quem não quer que as coisas mudem, porque vão mudar". A atual de equipe de Campos para a função é formada por dois diretores de arte, dois redatores e três analistas de mídias sociais.

 Um dos coordenadores da candidatura de Campos, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) afirma que haverá dois tipos de eleitor no ano que vem: o das grandes cidades, que terá bandeiras específicas, como a denúncia dos gastos excessivos com os estádios para a Copa, a promessa não cumprida de vias para melhorar o trânsito e a mobilidade urbana, e o dos municípios pequenos, onde não haverá jogos da Copa do Mundo.

 Conhecimento

Delgado lembrou que a Rede Sustentabilidade levou para o PSB um forte conhecimento do uso das redes sociais. Ele acha que esse fator será fundamental para definir se Aécio ou Campos vai enfrentar Dilma no 2.º turno da eleição, porque um deles terá de conquistar o eleitor pela internet, visto que terão muito menos tempo de propaganda na TV do que a presidente da República em sua campanha pela reeleição.

 O coordenador das redes sociais do PSB será Cássio Martinho, hoje porta-voz da Rede, juntamente com a ex-ministra Marina Silva. Coordenador na internet da campanha de Dilma em 2010, Marcelo Branco diz que em 2014 a rede social será muito importante para qualquer candidato. "No espaço da rede social o eleitor se torna o dono de sua própria opinião.

 É ele que diz o que quer. É ele que organiza protestos como os de junho, quando milhões de pessoas que nunca se viram se transformaram num corpo só que se movimentou rumo a um objetivo. É preciso lembrar que na internet o que existe é interação e é essa interação que vai prevalecer."

 As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Guerra na internet: PT, PSB e PSDB na rede para eleições 2014

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Guerra na internet: PT, PSB e PSDB na rede para eleições 2014

Foto: Reprodução Redes Sociais 


Prevendo que a internet terá papel central na campanha deste ano, os três principais nomes da corrida presidencial já se mobilizam para a disputa dos votos dos usuários das redes sociais.

O embate entre petistas e o governador pernambucano e provável candidato ao Planalto, Eduardo Campos (PSB), na semana passada, quando um texto publicado na página oficial do PT no Facebook chamou o adversário de "tolo", "playboy" e "mimado", jogou luz sobre o potencial de estrago desse tipo de ferramenta.
A reação foi forte no PSB, que ameaça agora fazer oposição sistemática à presidente Dilma Rousseff no Congresso. O PSDB aproveitou a oportunidade para se solidarizar com Campos e criticar o adversário histórico. Houve polêmica mesmo dentro do PT. "Nunca houve tantos brasileiros na internet. Hoje, quase 50% da população brasileira é internauta.

A estimativa é que esse número chegará a 70% até o fim do ano", afirma Raquel Recuero, pesquisadora de mídias digitais da Universidade Católica de Pelotas (RS) - ela coordena atualmente um estudo sobre o impacto das redes sociais na campanha eleitoral deste ano.

Coisa falsa

Os petistas justificam o investimento na campanha virtual afirmando que já foram vítimas de campanhas difamatórias na internet, como em 2010, quando Dilma foi alvo de uma série de e-mails apócrifos que a acusavam, entre outras coisas, de ser "terrorista", pelo fato de ter participado da guerrilha durante o regime militar.

Agora, quatro anos depois, quando as chamadas "correntes" de internet deram lugar a posts no Facebook e micromensagens no Twitter, o partido volta sua atenção às redes com a contratação de uma agência especializada no tema, a Pepper Interativa, para mapear tudo que é falado sobre a presidente. A ideia é identificar no nascedouro rumores e boatos.

A Pepper possui ferramentas que permitem rastrear perfis falsos, temas recorrentes ligados aos candidatos adversários e golpes baixos. Além da agência, o partido conta com uma equipe de quatro pessoas que produz conteúdo para os canais oficiais: a página do partido na internet, a conta no Twitter e os perfis da presidente Dilma no Facebook.

O PT também espera ter durante a campanha as análises do sociólogo Sérgio Amadeu, professor da Universidade Federal do ABC, consultor e especialista em redes sociais. Pesquisas apresentadas por ele à direção do partido mostram que as redes sociais são o principal ambiente de discussão política na internet: 70% dos internautas brasileiros estão conectados no Facebook e 15% no Twitter.

"Tem muita coisa falsa feita de propósito para confundir as pessoas e parecer que foi o PT", diz Alberto Cantalice, vice-presidente e responsável pela ação do PT nas redes sociais - foi ele quem autorizou a publicação do texto com ataques a Campos na página do partido no Facebook.

Dilma, que havia abandonado as redes sociais após as eleições de 2010, voltou a usá-las em setembro de 2013. Desde então, faz comentários diversos no Twitter e anuncia medidas do governo.

 Uso da máquina

Se os petistas acusam os adversários de terem promovido uma "guerra suja" em 2010, os tucanos respondem acusando a presidente de usar a máquina para ampliar a capilaridade das redes sociais. "Eles têm uma rede de guerrilha na internet que nos ataca o tempo todo.

Foi montada pelo ex-ministro Franklin Martins e foi por ela que a presidente Dilma Rousseff fez chegar a todos os servidores públicos a sua mensagem de Natal", afirma o deputado Marcus Pestana, presidente do PSDB mineiro e um dos principais aliados do senador Aécio Neves, provável candidato ao Planalto. 

O ex-ministro da Comunicação Institucional de Lula nega as acusações. "Isso não é verdade. É uma bobagem imaginar que o governo tem que estar por trás para que a sociedade faça qualquer coisa." Durante a campanha, a agência Pepper, dos petistas, será subordinada ao marqueteiro João Santana.

Embora seja muito citado por petistas como provável coordenador da estratégia de comunicação, Franklin Martins diz que ainda não recebeu nenhuma proposta oficial para trabalhar na campanha.

 Profissionalização

Depois de assumir a presidência nacional do PSDB no ano passado, Aécio profissionalizou a estrutura de comunicação do partido nas redes sociais. Para unificar e capilarizar o discurso da legenda e dar viabilidade ao seu projeto presidencial, ele passou a promover em Brasília encontros da sua equipe com os assessores de imprensa dos 27 diretórios estaduais tucanos, além dos profissionais responsáveis pela comunicação das bancadas do PSDB no Congresso.

 Para a campanha, o nome mais cotado para cuidar das redes sociais é um velho conhecido dos petistas mineiros: o programador Pedro Guadalupe. Em 2012, ele trabalhou na equipe de João Santana que fez a campanha de Patrus Ananias para a prefeitura de Belo Horizonte. No ano seguinte, mudou de lado. Estava contratado pelo PP, partido do vice-governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho, quando começou a se aproximar da equipe de Aécio.

 Para impressionar o provável candidato, produziu no Youtube um vídeo polêmico, onde fez um clipe com uma paródia da música "Faroeste Caboclo" com críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O material fez tanto sucesso nas redes sociais que o filho de Renato Russo, Giuliano Manfredini, ingressou com um pedido na Justiça para que o vídeo fosse retirado.

 "Eu quis mostrar serviço, literalmente", diz Guadalupe. Pouco tempo depois, passou, segundo ele, a prestar assessoria informal à equipe do senador. Uma vez fechado o contrato, Guadalupe terá de se mudar para São Paulo, onde o PSDB montará sua base de internet, a ser comandada por Xico Graziano, diretor do Instituto Fernando Henrique Cardoso e ex-chefe de gabinete do ex-presidente.

 Já pensando na campanha, Guadalupe conta que montou um "casting" com atores sósias de Lula e Dilma. "O uso desses atores vai depender muito da situação", diz.

 Resposta automática

 Campos não tem o hábito de navegar nas redes sociais. Mesmo assim, são raros os comentários em posts feitos em sua página no Facebook que ficam sem resposta. No sábado, por exemplo, ele foi acusado por uma internauta chamada Ana Maria de censurar seus comentários "por medo do PT".

 Menos de 20 minutos depois, veio a resposta: "Não temos medo de partido nenhum (...) Quem tem medo, Ana Maria, é quem não quer que as coisas mudem, porque vão mudar". A atual de equipe de Campos para a função é formada por dois diretores de arte, dois redatores e três analistas de mídias sociais.

 Um dos coordenadores da candidatura de Campos, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) afirma que haverá dois tipos de eleitor no ano que vem: o das grandes cidades, que terá bandeiras específicas, como a denúncia dos gastos excessivos com os estádios para a Copa, a promessa não cumprida de vias para melhorar o trânsito e a mobilidade urbana, e o dos municípios pequenos, onde não haverá jogos da Copa do Mundo.

 Conhecimento

Delgado lembrou que a Rede Sustentabilidade levou para o PSB um forte conhecimento do uso das redes sociais. Ele acha que esse fator será fundamental para definir se Aécio ou Campos vai enfrentar Dilma no 2.º turno da eleição, porque um deles terá de conquistar o eleitor pela internet, visto que terão muito menos tempo de propaganda na TV do que a presidente da República em sua campanha pela reeleição.

 O coordenador das redes sociais do PSB será Cássio Martinho, hoje porta-voz da Rede, juntamente com a ex-ministra Marina Silva. Coordenador na internet da campanha de Dilma em 2010, Marcelo Branco diz que em 2014 a rede social será muito importante para qualquer candidato. "No espaço da rede social o eleitor se torna o dono de sua própria opinião.

 É ele que diz o que quer. É ele que organiza protestos como os de junho, quando milhões de pessoas que nunca se viram se transformaram num corpo só que se movimentou rumo a um objetivo. É preciso lembrar que na internet o que existe é interação e é essa interação que vai prevalecer."

 As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Livro defende tese de que Hitler viveu e morreu no Mato Grosso

Livro defende tese de que Hitler viveu e morreu no Mato Grosso

G1 23/01/2014 12h52
 
foto
Foto: Simoni Guerreiro Dias / Arquivo Pessoal
Foto mostra o senhor Adolf Leipzig com a companheira
O ditador Adolf Hitler, marcado na história pela execução de milhões de judeus no século passado, pode ter escapado da invasão soviética a Berlim em 1945 e forjado o próprio suicídio a fim de fugir para a América do Sul, onde teria vivido e morrido com cerca de 95 anos na pequena cidade de Nossa Senhora do Livramento, a 42 km de Cuiabá. Pelo menos é o que defende o livro “Hitler no Brasil – Sua Vida e Sua Morte”, dissertação de mestrado em jornalismo de Simoni Renée Guerreiro Dias, que subverte a versão conhecida dos últimos dias do nazista. A pesquisadora deve realizar um exame de DNA em Israel com um suposto descendente do nazista.
Ainda em desenvolvimento, a dissertação segue a linha de outras pesquisas que apontam rastros de nazistas na Argentina após a Segunda Guerra, mas já recebeu críticas como a do professor de História Política e Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Cândido Moreira Rodrigues. Ele aponta falta de rigor científico no trabalho e afirma que não faltam referências na historiografia segundo as quais o ditador se suicidou ao ver-se encurralado pelos soviéticos em 1945. A própria mestranda Simoni Dias, judia e residente em Cuiabá, conta que demorou dois anos para acreditar nos primeiros relatos que ouviu sobre a suposta passagem do Führer em território mato-grossense. “Eu zombava, dava risada, dizia que era blefe”, relata. Hoje, porém, ela se diz convicta e afirma que o austríaco não teria vindo parar em Mato Grosso por acaso.
Graduada em Educação Artística, Simoni começou a pesquisar os últimos anos de Hitler após ouvir boatos de que ele, assim como outros nazistas de primeiro escalão, teria perambulado pela América do Sul após a guerra que derrubou o Reich na Europa. Em "Hitler no Brasil", a autora registrou a parte inicial da pesquisa e ligou as versões de passagem pela América do Sul a outra história, a de que o Vaticano teria oferecido ao ditador derrotado o direito de posse e o mapa para localização de um tesouro jesuíta escondido desde o século XVIII em uma caverna em Nobres, cidade turística a 151 km de Cuiabá. Hitler, portanto, teria escapado da invasão soviética e, com ajuda de Roma, viajou para Argentina, para o Paraguai, para o Rio Grande do Sul e, finalmente, para Mato Grosso, instalando-se numa cidade que hoje com com pouco mais de 11 mil habitantes. Na região, teria buscado sem sucesso o tal tesouro prometido pela igreja e morreu na década de 80, tendo sido enterrado com outro nome.
'Alemão velho'
No livro, Simoni diz que se intrigou pela existência de um idoso estrangeiro na cidade de Nossa Senhora do Livramento, na década de 80, que utilizava como sobrenome a cidade onde o compositor Bach, admirado pelo líder nazista, foi enterrado. Adolf Leipzig, conhecido pela vizinhança por “Alemão Velho”, seria o próprio Führer disfarçado e virou objeto de pesquisa de Simoni, que recolheu objetos, restos mortais e relatos sobre ele. A pesquisadora obteve uma fotografia de 1982 de Adolf Leipzig com sua companheira "Cutinga" e quase se convenceu por supostas semelhanças fisionômicas com Hitler. Ela conta que manipulou a foto, adicionando um bigode no rosto do sujeito, e a imagem alterada lhe teria convencido por completo. Já a relação com uma mulher fora dos padrões da chamada "raça ariana" seria mais um elemento de disfarce, supõe.
Evidências
Outra suposta evidência considerada pela pesquisadora é o registro de uma internação para cirurgia na Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá no dia 29 de novembro de 1979. O registro, porém, é para um paciente chamado Adolfo Sopping, então com 81 anos de idade e natural do estado do Rio Grande do Sul. Em fevereiro do ano seguinte a Santa Casa registrou a entrada de Adolfo Lepping, de 82 anos e de mesma naturalidade. Simoni defende que trata-se da mesma pessoa. Para daí afirmar que se tratava de Hitler, a pesquisadora relata uma outra suposta evidência: segundo uma fonte não identificada no livro, uma freira polonesa do hospital teria reconhecido a figura de Hitler. "Aqui esse homem não entra! Ele é sanguinário! Matou muita gente! Tire-o daqui, por favor!", teria exclamado a religiosa. Um padre a teria repreendido afirmando que aquele doente deveria ser atendido por ordens do próprio Vaticano.
A publicação de Simoni traz ainda evidências de outras supostas relações de Hitler com grupos de europeus que se fixaram em Mato Grosso, como suíços, e explora a peculiaridade da arma e de vestimentas que pertenceriam ao tal Adolf Leipzig, cujos restos mortais foram retirados do cemitério em Livramento para a pesquisa de Simoni. Ela pretende submeter parte dos restos mortais, como cabelo e fragmentos de ossos, a exames genéticos com base em material colhido de um suposto descendente de Hitler localizado, segundo Simoni, em Israel. Ela deve viajar para o país ainda este ano para realizar o exame de DNA e depois seguir para a Alemanha a fim de concluir o projeto de mestrado.

Como escrever bem para o SEO: da palavra-chave à semântica

Como escrever bem para o SEO: da palavra-chave à semântica

Fala pessoal! Hoje venho aqui tratar de um assunto bem explorado, mas muito mal conduzido. A forma de escrever para se atingir bons resultados com SEO no Google.

Texto e contexto: a contextualização dos buscadores

Pois é, está aí uma coisa que deve ser entendida. O significado desse subtítulo é mais do que pensar em um texto coeso, com boa estruturação e voltado para um público alvo específico – até porque isso soa meio obvio. Ele vai além… Você já reparou como a web ainda é poluída por sites onde as palavras-chave são mal colocadas em seus textos e títulos?
Volta e meia a gente se depara com aquele site que fala a mesma palavra-chave umas 10 vezes, do mesmo jeito (igualzinha mesmo!) em tudo que é <H>. E olha que eu não estou falando de Keyword Stuffing em?!
Nessas horas é que o seu conhecimento vai fazer a diferença. Hoje os buscadores são muito mais inteligentes e já não basta saber direcionar e contextualizar o leitor. Mais do que isso, temos que saber contextualizar os buscadores. A ideia é saber explorar de formas diferentes as palavras-chave e assim desenvolver o conteúdo relevante.
Antigamente as estratégias eram mais engessadas, muitas vezes focadas em um termo de busca. Mas nos dias de hoje, com o SEO crescendo muito, a ideia é mostrar ao buscador que você é especialista em determinado assunto.

Webwriting

Existem muitos artigos web falando sobre webwriting e é legal você entender (se é que já não entende) disso. Webwriting, basicamente, é um conjunto de estratégias para desenvolver um texto com um conteúdo estrategicamente escolhido, que chame a atenção do usuário.
O que acontece é que não é só ir lá e escrever. Você deve focar na estratégia e em uma forma de contextualizar a palavra chave no seu texto  e é isso que veremos agora!

Por onde começar?

brainstorm otimizacao de sites

1. Faça um Brainstorm

Isso é essencial! Se você procura uma forma de otimizar seu site para um termo definido de forma contextualizada, essa é uma grande sacada. Ao se definir um tema (que também pode ser feito pelo brainstorm), você pode levantar tópicos interessantes dessa forma.

2. Estude, pesquise e tenha embasamento

Saber o que falar nem sempre é o desafio, mas saber sobre o que você vai falar é, de fato, muito importante. Seja o cara naquilo que você quer passar; domine o assunto. Não é legal escrever um artigo ou produzir um conteúdo para o seu site sem qualidade. Portanto, estude muito, pesquise muito e tenha embasamento.

3. Planejamento

Uma fase legal! Aqui é onde você vai ditar as regras e escolher como distribuir o conteúdo. Pense em imagens relacionadas (sempre com boa qualidade, por favor). Você também pode pensar em vídeos e enriquecer seus tópicos e/ou parágrafos estrategicamente, deixando o conteúdo mais atrativo e interessante.
Dicas para imagens
  • Procure imagens de alta qualidade;
  • Utilize imagens que realmente tenham a ver com o assunto. Seja responsável nessa escolha;
  • Renomeie o arquivo utilizando a palavra chave. Faça isso sem inventar; use a keyword mas em um contexto que represente bem a imagem;
  • Insira as imagens relacionadas no seu texto perto dos parágrafos que tratam do assunto;
  • Utilize legendas;
  • Cite os direitos autorais.
Dicas para o texto
  • Utilize listas em seu texto. É intuitivo e chama a atenção do usuário;
  • Parágrafos curtos  bem espaçados e com um fundo leve. Não cansem o usuário antes mesmo de ele começar a ler;
  • Seja objetivo;
  • Fuja de especificações;
  • Utilize a técnica da pirâmide invertida!
Dicas para vídeos
  • Utilize vídeos não muito longos;
  • Tente utilizar vídeos com boa qualidade;
  • Faça as marcações de Rich Snippet para conteúdo de vídeo:
<div itemprop=”video” itemscope itemtype=”http://schema.org/VideoObject”>
<h2>Video: <span itemprop=”name”>Title</span></h2>
<meta itemprop=”duration” content=”T1M33S” />
<meta itemprop=”thumbnailUrl” content=”thumbnail.jpg” />
<meta itemprop=”contentURL” content=”http://www.example.com/video123.flv” />
<meta itemprop=”embedURL” content=”http://www.example.com/videoplayer.swf?video=123″ />
<meta itemprop=”uploadDate” content=”2011-07-05T08:00:00+08:00″ />
<meta itemprop=”expires” content=”2012-01-30T19:00:00+08:00″ />
<object …>
<param …>
<embed type=”application/x-shockwave-flash” …>
</object>
<span itemprop=”description”>Video description</span>
</div>

4. Mãos à obra!

Agora é hora de escrever e ser feliz. Vamos às estratégias:
Contextualização da palavra chave
Como eu falei lá no início do artigo, é complicado ficar manipulando o texto em função de uma keyword. Por isso a ideia da contextualização. Não utilize diversas vezes a mesma palavra chave em um texto ou parágrafo. Claro que você fará o básico de coloca-la em no seu H1, nos atributos alt das imagens (sem exageros), no título da sua página, entre outras. Mas no texto é diferente. Supondo que você quer otimizar “Locação de Brinquedos”.
Neste caso, você poderia variar a palavra chave e criar o contexto de forma bem legal, por exemplo:
  • Locar brinquedos.
  • Brinquedos que geralmente são locados.
  • Locação.
  • Brinquedos.
  • Aluguel de brinquedos.
  • Brinquedos alugados.
  • Pula pula para crianças.
Assim você consegue criar um texto legal, evidenciando e contextualizando a palavra chave. Veja:
contextualizacao palavra chave
Semântica
No SEO o impacto da semântica pode ser devastador, pois o Google presta muita atenção no seu código. E ajudá-lo (fazer a sua obrigação, na verdade!) pode ser um caminho mais curto e correto.
Utilize Strong para dar importância aos trechos mais importantes. Crie um padrão para botões e links. Estruture a navegação interna do site. Faça isso, mas faça de forma inteligente e bem feita. Faça o uso da Tag <nav> para mostrar ao buscador a sua navegação. Assim ele poderá ver que você se esforçou na montagem da arquitetura do site!
Utilize listas e utilize <h2> para escrever subtítulos (lembrando que o título principal é o<h1>).
Muitas vezes você tem um bom texto, um conteúdo de qualidade, mas não escreve direito o HTML da página. Com isso você deixa de usufruir da inteligência dos buscadores, que vão ler os dados estruturados, os alt texts das imagens, entre outros.
A sacada aqui não é ter um código validado pelo W3C, e sim algo correto, que melhore a usabilidade da página e escancare para o buscador um conteúdo bem feito.

Conclusão

Conheçam bem o HTML, ou passem isso para alguém que sabe e oriente a sua equipe ou você mesmo a focar na qualidade, não na quantidade. Seja o mestre no assunto, entenda daquilo que você escreve. Seja objetivo e convincente para passar conteúdo relevante. Muita gente sabe muito, mas não transmite da forma correta.
Seja criativo e lembre-se: não especifique, conte uma história!
Mensagem do anunciante:
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fonte:   http://imasters.com.br/front-end/html/como-escrever-bem-para-o-seo-da-palavra-chave-a-semantica/

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

O TRE multou em R$ 20 mil a deputada federal Andreia Zito (PSDB) por propaganda eleitoral antecipada.

Deputada federal Andreia Zito é multada por antecipar propaganda

O TRE multou em R$ 20 mil a deputada federal Andreia Zito (PSDB) por propaganda eleitoral antecipada.
A Corte entendeu que ela se promoveu politicamente divulgando seu site pessoal na internet, durante a propaganda partidária, no segundo semestre de 2013.
Ela pediu para acessar o seu site e, por isso, ficou demonstrada a promoção pessoal, justificou o TRE.
Os deputados estaduais Luiz Paulo Correa da Rocha e Lucia Helena Pinto de Barros (Lucinha) não foram penalizados, uma vez que não utilizaram a estratégia.
O PSDB perdeu tempo de rádio e TV.
Fonte: Extra Extra – Berenice Seara


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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

5 dicas para jogar dinheiro no lixo com email marketing Saiba como você pode jogar dinheiro fora em 5 dicas básicas. Por Manoel Netto 9 Todo mundo pelo menos imagina que o serviço mais utilizado na Internet – e provavelmente o mais “fundamental” de todos – é o e-mail. É claro que muitos outros serviços vem crescendo e há um determinado nicho que só se comunica por facechat, mas eles ficam adultos e passam a usar o e-mail, é natural. Mas se engana quem pensa que e-mails são utilizados para assuntos tão essenciais quanto a importância do serviço. Dados recentes de uma pesquisa do Pigdom mostram que, dos 144 bilhões do tráfego de e-mails diários(!) em todo o mundo no ano de 2012, 61% deles foi considerado “não essencial” (encaixe aqui os PPTs da sua tia, correntes, SPAM, golpes, piadas e aquele porn que você assina). Pior ainda, quase 70% dos e-mails foi classificado como SPAM. Isso mesmo, 7 em cada 10 emails que cada uma das 2,2 bilhões de contas de e-mails existentes em 2012 eram mensagens não solicitadas. Isso é um problema recorrente, porque as pessoas encaram o e-mail como uma “mala direta grátis” e abusam, mas abusam mesmo. Só que não consideram que não existe isso de grátis. Tudo tem custo e – veja só – você pode estar pensando nesse exato momento que está jogando o seu dinheiro na lata do lixo, fazendo disparo de e-mail marketing. Compre listas de e-mails Essa é uma ótima forma de jogar dinheiro no lixo. Você encontra listas de e-mails enormes vendidas em qualquer canto, até na rua, em bancas de CD pirata. Ao comprar uma lista de e-mails, você adquire endereços de todo o tipo, até mesmo os “webmaster” e “root” da vida, coletados muitas vezes de forma automática na Internet mesmo. Além disso, contas antigas – que sempre estão presentes nessas listagens – são utilizadas como “armadilhas” de instituições anti-SPAM para identificar e punir quem faz esse tipo de propaganda. Ao disparar mensagens para essas listas, boa parte dos e-mails simplesmente não será entregue, além de haver uma chance muito alta de seu e-mail e seu servidor serem bloqueados em blacklists internacionais. Dispare o máximo de e-mails que puder Esse negócio de segmentação é pura bobagem! Se a taxa de abertura é baixíssima, quanto mais e-mails você disparar, maior o número de pessoas impactadas. Envie 3 vezes por dia, pra garantir, para as mesmas pessoas. Vai que em um dos disparos sua mensagem vai parar na inbox, certo? Errado. Quanto mais disparos, maior a chance de bloqueio por SPAM. Mesmo tendo uma lista legítima, a frequência alta também pode irritar o usuário, que marca os e-mails como indevidos e colabora com seu bloqueio. Parabéns, campeão, dinheiro jogado fora. Use “pegadinhas” no título da mensagem Essa é uma dica fantástica para aquele seu e-mail que tem taxa de abertura baixa. Use umas pegadinhas nos assuntos do e-mail. Colocar “Re:” ou “Fw:” no início da mensagem, por exemplo, para que o usuário pense que é uma mensagem respondida ou encaminhada. Ou quem sabe usar títulos como “Me desculpe” ou “Você ficou sabendo disso?”, pra atiçar a curiosidade. Ah! Tem também aquela “Segue o orçamento solicitado”. Essa é batata! Você pode também tentar colocar caracteres especiais, como aviõezinhos ou setinhas. Quem sabe chama a atenção do usuário, não? Claro, vai chamar atenção também dos detectores de lixo e provocar o usuário a clicar no botãozinho que delata os engraçadinhos. Eu faço isso direto. Visual é tudo. Faça fotos grandes e bonitas Ignore que boa parte dos usuários acessa os e-mails do celular ou de webmails, que possuem uma área de leitura limitada. Apenas envie lindas imagens de seu produto, o seu logotipo bem grande e esqueça esse negócio de enviar texto. Texto é ruim, cai nos algoritmos dos anti-SPAM, mande apenas imagens enormes e mostre como você entende de e-mail marketing e sabe mesmo como torrar o seu orçamento. Não perca seu assinante. Esconda o unsubscribe Essa é sensacional. Eu já recebi diversos e-mails não solicitados que simplesmente não possuíam o link de descadastro. Cliquei no botãozinho de SPAM, óbvio. O que eu poderia fazer, não é? Quanto mais escondido está o seu link de descadastro, qual pior a explicação de onde o usuário pode controlar seu próprio e-mail, maior a coceira no dedo que leva o mouse até o botão de SPAM. Seguindo corretamente essas dicas, o seu budget será muito bem empregado. Ele alimentará empresas picaretas de e-mail marketing que apresentam relatórios mentirosos sobre a entrega de suas mensagens. Sim, a maioria mente. O dia em que você tratar de gerenciar internamente o seu e-mail marketing (super aconselhado para listas grandes e legítimas), você perceberá o quanto foi enganado esse tempo todo com taxas de abertura altíssimas, entregas de quase 100% e cliques que desafiam seu Analytics, afinal, o Google mente ;-). T